Graceli quantum mechanics of decays, and states of energies of Graceli.
The decays have variations as they are close to dynamic, thermal, electrical, magnetic and luminescent energies [photons], as well as under pressures.
With variations in the results and time of emissions, distributions, spreads, numbers of particles and types, and waves of decays.
The same happens with other chemical elements when inserted from these energies, but also has internal side effects. As interactions of charges, Coulomb barrier jumps, transformations, tunnels, entanglements, entropies and enthalpies, conductivities and resistances, quantum leaps and fluxes, physical state phase changes, and Graceli energy states, electrostatic potentials, or even state of positioning and interactions of electrons, and other phenomena, and energies.
And states of energy changes [when one energy transforms into another] [another type of physical state determined by Graceli].
According to types of materials and isotopes, intensities of energies, correlated phenomena, and categories of Graceli [action time, transformational potentials, and interactions, types and levels].
Let's look at some decays.
Trans-intermecânica quântica Graceli transcendente e indeterminada
– de decaimentos.
Efeitos 10.759 a 10.763.
Mecânica quântica Graceli de decaimentos, e estados de energias de
Graceli.
Os decaimentos possuem variações conforme se encontram próximos de
energias dinâmicas, térmicas, elétrica, magnética e luminescentes [fótons],
como também sob pressões.
Com variações nos resultados e tempo de emissões, distribuições,
espalhamentos, números de partículas e tipos, e ondas dos decaimentos.
O mesmo acontece com outros elementos químicos quando inseridos
destas energias, como também tem efeitos secundários interno. Como interações
de cargas, saltos de barreiras de Coulomb, transformações, tunelamentos,
emaranhamentos, entropias e entalpias, condutividades e resistências, saltos e
fluxos quântico, mudanças de fases de estados físicos, e estados de energias de
Graceli, potenciais eletrostáticos, ou mesmo estado de posicionamento e
interações de elétrons, e outros fenômenos, e energias.
E estados de mudanças de energias [quando uma energia se
transforma em outra] [mais um tipo de estado fisico determinado por Graceli].
Conforme tipos de materiais e isótopos, intensidades das energias,
fenômenos correlacionados, e categorias de Graceli [tempo de ação, potenciais
de transformações, e interações, tipos e níveis].
o que Graceli defende que para cada tipo de decaimentos, se tem transformações de energias [estados transcendentes Graceli de energia], fenômenos, e que variam conforme as suas categorias e agentes.
Vejamos alguns decaimentos.
Até a descoberta do nêutron, as reações nucleares eram realizadas com a partícula alfa (
) como a partícula colidente. Assim, com essa técnica, em janeiro de 1934, o casal de físicos franceses, os Joliot-Curie, Irène (1897-1956; PNQ, 1935) e Frédéric (1900-1958; PNQ, 1935) realizou a primeira radioatividade induzida ao bombardear o alumínio (
) com a partícula alfa (
), produzindo o primeiro isótopo radioativo, o fósforo (
), acompanhado de um nêutron (0n1). Depois de cerca de três minutos, o casal observou que o
decaia no silício (14Si30) e emitia o pósitron (+1e0) .
Ao voltar da Sétima Conferência Solvay, que aconteceu em Bruxelas, conforme falamos acima, Fermi reuniu seus colaboradores da Universidade de Roma [os italianos, os físicos Edoardo Amaldi (1908-1989), Bruno Pontecorvo (1913-1993), Franco Rama Dino Rasetti (1901-2001) e Emílio Gino Segrè (1905-1989; PNF, 1959), e o químico Oscar D´Agostino (1901-1975)] – o famoso Grupo de Roma (GR)– e apresentou a idéia de iniciar uma nova linha de pesquisa, cujo objetivo era o de produzir radioatividade induzida bombardeando, com nêutrons, alguns elementos químicos em ordem crescente do número atômico. Além disso, Fermi incorporou a essa sua idéia a proposta, que ele próprio formulara no final de 1933, para a explicação do decaimento beta, qual seja, a do decaimento do nêutron em um próton e um elétron com a emissão do neutrino Pauliano (vide verbete nesta série). Os primeiros elementos radioativos que o GR produziu, em março de 1934, foram o flúor (9F) e o alumínio. Algumas semanas depois, eles produziram mais 20 elementos radioativos até o lantânio (57La),
Em maio de 1934 (Ricerca Scientifica 5, p. 452), Fermi, Amaldi, D´Agostino, Rasetti e Segrè bombardearam com nêutron o mais pesado dos elementos químicos até então conhecido: o urânio (
). Contudo, não conseguiram entender muito bem os resultados que observaram, pois, além de obter a desintegração e a correspondente meia-vida do urânio, conseguiram, também, uma mistura de outras meias-vidas. Desse modo, ainda em 1934, Fermi afirmou na Nature 133 (p. 898) haver encontrado um novo elemento “transurânico”, o qual chegou a denominar de urânio-X.